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Conheça o Clubhouse: a rede social de conversas por voz

Conheça a rede social de conversas por voz que está fazendo sucesso no mundo todo e saiba como aproveitar as oportunidades disponíveis na plataforma.

Você é daqueles que adora um podcast? Então provavelmente vai gostar do Clubhouse!

A nova rede social foi lançada em março de 2020, mas só ganhou destaque no mundo todo no último mês após uma conversa entre Elon Musk, CEO da Tesla e bilionário do ramo de tecnologia, e o presidente-executivo do Robinhood, Vlad Tenev. 

Outros famosos como Oprah Winfrey, Drake, Chris Rock, Ashton Kutcher e até o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, também criaram um perfil na rede.

Disponível apenas para iOS, o usuário só consegue acessá-la se receber um convite de um membro ativo da rede, o que desperta ainda mais curiosidade nas pessoas. 

Mas o que a torna tão diferente das outras? A possibilidade de se relacionar apenas por áudio!


Destronando Gigantes

A plataforma já conta com 600 mil usuários e tem crescido exponencialmente nos últimos dias. Segundo a Conversion, somente nesse início de fevereiro, em comparação com 6 meses atrás, as buscas aumentaram 100 vezes. 

Considerando que o aplicativo não tem nem um ano de ativação, esse é um número impressionante. 
Mundialmente falando, as buscaram aumentaram 11 vezes e no último sábado e o número de buscas pelo Clubhouse foi maior que as do TikTok. 


Como funciona?

Assim como as outras redes, o usuário preenche um perfil pessoal em que coloca seus principais dados (nome, idade, informações pessoais) e tópicos de interesse. O aplicativo então, sugere alguns grupos de bate-papo e pessoas, que tenham relação com os tópicos mencionados. A partir disso, o usuário começa a criar sua base de relacionamento.

Dentro da rede existem grandes salas de conversa de interesses variados (negócios, saúde e bem-estar, entretenimento, turismo, esportes, etc.), em que as pessoas discutem os assuntos e podem expressar sua opinião livremente. 

Ao entrar na sala, o usuário pode apenas ouvir a conversa ou erguer a mão para participar ativamente. É possível também criar chats privados com amigos para discussões diversas. 

Todo o conteúdo é criado por voz, não existem textos, imagens ou vídeos dentro da rede, o que dá a sensação de ser um grande podcast constante. Além disso, tudo é reproduzido ao vivo, não é possível gravar as conversas (inclusive, é estritamente proibido pela plataforma). 

O objetivo, segundo os criadores, é promover conversas interessantes e criar conteúdo relevante. A ideia é aproximar as pessoas e promover momentos de descontração.

No entanto, isso não impede seu uso de outras formas: muitos usuários têm usado o espaço para networking e trabalho. O número de salas relacionadas a negócios e business é alto. 


Oportunidades para a sua Marca

O Clubhouse pode ser um grande aliado das marcas, especialmente aquelas que já vem investindo em conteúdo de áudio por conta da popularidade do formato. 

Segundo o Spotify, houve um aumento de 108% no número de ouvintes ativos mensais que acompanharam podcasts em 2020. Essa é uma oportunidade de criar diálogos relevantes e aproximativos com o público. 

Outra possibilidade é criar autoridade por meio de um formato simples, já que conteúdo em áudio tem uma complexidade relativamente baixa de criação. É uma maneira de gerar em valor de marca com baixo investimento. 


Pontos de Atenção!

Controlar o que é dito em uma rede social por voz e, ainda por cima, com conteúdo ao vivo é muito difícil. Por isso, as marcas devem ter atenção redobrada com seus porta-vozes nessa rede. Um media training bem estruturado é essencial nesse caso para que o emissor traduza os propósitos e valores da marca com exatidão. 

Outro ponto sensível é em relação a temas polêmicos como religião e política. A marca precisa ter um posicionamento muito forte e consistente para entrar nesses diálogos, e mesmo assim, é preferível que se evite esse tipo de conteúdo. 

Como os áudios não ficam gravados, o conteúdo pode se perder e poucas pessoas terão acesso à sua estratégia. Ainda é cedo para definir a melhor forma de divulgação das salas, mas é importante pensar em maneiras de torná-la visível para que atinja o maior número de pessoas possíveis. 
Agora que você já conhece a nova rede social, ficou com vontade de testá-la? 

Enquanto não recebe um convite, você pode fazer seu cadastro e garantir o nome de usuário, assim que um de seus contatos entrar é possível que ele aceite sua solicitação. É só aguardar e torcer!

Uma coisa é certa: ainda teremos muito assunto sobre o Clubhouse, já que o app muito recente e ainda tem muitos pontos de aperfeiçoamento. Ele promete crescer ainda mais e só o futuro dirá qual serão os novos rumos do marketing digital. 
Fernanda Bueno • 9 de fevereiro de 2021
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Por Kalil Blanco 4 de março de 2021
Social Listening é a prática de acompanhar conversas, palavras-chave e menções por meio do monitoramento de redes sociais, blogs, portais de notícias e outros sites, observando o comportamento da audiência, seus interesses, características, anseios e, até mesmo, necessidades latentes. Há quem compare a internet de hoje com o “Grande Irmão” da obra de Orwell, mas, apesar das coincidências, ainda estamos distantes do nível de controle e vigilância imaginados pelo autor. O Social Listening não é vigilância e está longe de ser qualquer coisa parecida com a entidade de “1984”, devendo ser uma prática considerada como grande aliada das marcas hoje, pois apesar de estar disponível há pouco mais de 10 anos, ainda está entre as principais tendências em marketing digital pela riqueza de dados que oferece. SOCIAL LISTENING: PARA ALÉM DO SAC SOCIAL O Social Listening vai além de apenas observar o que as pessoas falam sobre a sua marca nas redes sociais ou ter um SAC social proativo, já que é possível identificar padrões entre o que as pessoas falam sobre a sua empresa e seus concorrentes, permitindo explorar oportunidades únicas de ampliar alcance, engajamento e conversão, nutrindo insights importantes para o seu negócio, produto ou serviço. Em um mundo que produziu, apenas em 2020, 10x mais dados que no ano anterior (segundo pesquisa da Raconteur), pode parecer difícil, para não dizer quase impossível, acompanhar as tendências mais relevantes para o contexto da sua empresa e seu mercado, mas existem práticas e plataformas que permitem navegar neste ambiente de maneira eficaz.
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Passamos por uma transformação digital obrigatória, imposta pela Covid-19. Neste contexto, a comunicação digital nunca foi tão potente e relevante. Confira.
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Confira 6 dicas para você melhorar sua estratégia de Marketing Digital e fortalecer sua imagem e presença digital após a crise da COVID-19.
8 de fevereiro de 2021
A pandemia foi o gatilho de uma série de mudanças de comportamento na sociedade. Um ranking oficial divulgado pelo Google sobre os termos mais buscados no País revela os principais interesses e dúvidas do brasileiro no ano e sinaliza para as empresas como que tipo de posicionamento devem adotar no ambiente web para conquistar e fidelizar audiências. A palavra-chave da vez, obviamente, é coronavírus. Observando os dados do Google Trends, percebemos que o auge das buscas aconteceu em abril, quando o número de casos explodiu e as medidas de isolamento foram implementadas. E foi neste período que as marcas precisaram se manifestar como uma fonte confiável sobre o assunto para todos os públicos. Desde os seus funcionários, preocupados com os riscos no ambiente de trabalho e na manutenção dos seus empregos, até aqueles impactados indiretamente por seus negócios. Diversas pesquisas comprovaram que, em meio às incertezas e com uma avalanche de fake news, as pessoas se voltaram às marcas nas quais elas poderiam confiar.
8 de fevereiro de 2021
Não há como falar de tendências na comunicação digital sem fazer uma breve avaliação de 2020 e como a pandemia transformou a comunicação e os negócios. Enquanto nós, como pessoas físicas, nos organizamos para viver em isolamento social, as empresas precisaram se adequar e finalmente implantar a famosa transformação digital, o que impactou não somente a operação de todos os mercados, principalmente o relacionamento das marcas com seus públicos. Mais conectados, acompanhamos de perto a evolução da Covid, a preocupação dos brasileiros com a economia e seus empregos. Em meio a muito conteúdo, lives e webinars, vivenciamos uma avalanche de Fake News, o aumento de causas sociais que mobilizaram a opinião pública no ambiente on-line. Em paralelo, acompanhamos desastres ambientais no mundo e no Brasil, como as queimadas na Amazônia. O excesso de informações e o risco de perda de pessoas queridas nos tornou mais ansiosos. Muitos se voltaram para hábitos simples, como cozinhar em casa, e dedicaram mais atenção às famílias. Também houve mais busca por conhecimento e atividades on-line relacionadas à bem-estar. Enquanto isto, cientistas do mundo todo se mobilizaram para buscar uma vacina e trazer nosso mundo de volta ao que foi chamado de novo normal. E neste cenário surge o termo reset, como uma metáfora de profissionais ligados principalmente à economia e comunicação para sinalizar a necessidade de ressignificação e adaptação aos anseios e necessidades da humanidade. No contexto político e econômico, o Banco de Desenvolvimento Mundial defendeu um “capitalismo reset”, com a união de todos os países do mundo não só para descobrir uma vacina, mas para agir conjunta e rapidamente para renovar todos os aspectos de nossas sociedades e economias, desde a educação até os contratos sociais e as condições de trabalho. No campo da comunicação, o reset significa repensar a forma como nos comunicamos com nossas audiências, que mudaram seus hábitos nesta teia de complexidade e incertezas. E é partindo deste cenário que organizei as 12 tendências do Marketing Digital para 2021 listadas abaixo:
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